Grupo Folclorico

Nespereira

Cinfães

Viseu

Douro Litoral


 Compreender o passado para projectar o futuro...

:: ACTUAÇÕES 2009::

a actualizar

 

::: ORGANIZAÇÕES :::

10 | Jan | Encontro Reis e Janeiras

23a24 | Mai | Feira Rural

15 | Ago | Festival Internacional

::::: ELEMENTOS :::::

::::::: DANÇAS :::::::

Contradança

Perim

Cana Verde

Vira das Ceifeiras

Mazurca

Estrelinha do norte

Malhão

Laranjinha

Sr. Torcato

(...)

: USOS E COSTUMES :

 

:: REPRESENTAÇÕES :: :::::::NACIONAIS:::::::

De Norte a Sul do país

::REPRESENTAÇÕES ::: :::INTERNACIONAIS :::

Espanha (2)

Suiça (2)

França (2)

itália (1)

Brasil (1)

:::::::::::::::::::::::HISTORIAL :::::::::::::::::::::::

 Inserido numa região de rara beleza, num vale banhado por inúmeros riachos, entre eles o rio Ardena e o Paiva, o Grupo Folclórico de Nespereira– Cinfães foi fundado em 26 de Julho de 1962.

Herdeiro de usos e costumes, tradições, danças e cantares desta região, extraordinariamente rica em valores ancestrais. Danças e cantares que os nossos antepassados dançavam e cantavam nas festas, romarias, desfolhadas e outras ocasiões festivas.

Fruto da sua localização numa região de transposição do litoral para o interior e encravada entre a bacia do Douro e o planalto beirão as suas gentes foram alvo de uma aculturação muito forte resultando num miscelânea de culturas das mais diversas origens.

Sendo o principal dos seus objectivos a divulgação de um período que se estende desde meados do século XIX a inícios do século XX, não se fica pela participação em festivais e certames mas também em recriar nas diversas iniciativas o “modus vivendi” dos nossos antepassados.

No sentido de reforçar essa preservação e divulgação adquiriu recentemente uma quinta com casa senhorial onde pretende instalar uma casa-museu, a sua sede e uma sala de espectáculos.

Nas suas danças destacam-se claramente três, quer pela sua autenticidade, quer pela sua exclusividade, sendo portadoras da forma como as gentes que pretendemos representar encaravam a vida, apesar da rudeza dos trabalhos agrícolas. O Perim, como dança de galanteio que as gentes da época “roubaram através do buraco da fechadura” às casas senhoriais e a implementaram nos terreiros, a Cana Verde que demonstra com os seus ritmos fortes e coreografia a força e carácter das nossa gentes e a inevitável Contradança que entrou em Portugal por força das invasões napoleónicas sendo adoptada pelas nossas gentes. Dança que só pode ser dançada por oito pares e obedece estritamente às ordens do mandador.

Para além dos Trajes de trabalho, com destaque para o de linho, apresenta também trajes domingueiros ou de “Ver a Deus” como são conhecidos e os trajes de Noivos.

Além das diversas viagens, teve inclusive a oportunidade de divulgar todos estes valores, em várias ocasiões na RTP. Em uma dessas ocasiões Pedro Homem de Melo proferiu a seguinte apreciação “...notória vontade, tem reportório castiço e invulgar e decidida devoção ao folclore...”.

O Grupo gravou até ao momento dois discos, em 1967 e em 1988 e ainda uma cassete em 1989.

É sócio do Centro Cultural de Viseu, Delegação do INATEL em Viseu e da Federação do Folclore Português.

 

:::::::::::::::::::::::TRAJES :::::::::::::::::::::::

 

 

 ::::::EM ACTUALIZAÇÃO:::::