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PLANETA BIKE

Ciclovia suspensa oferece mais segurança a quem pedala e produz energia limpa

http://super.abril.com.br/blogs/planeta/files/2013/01/Bicimetro-Eco-Bahn.jpg

Falta de sinalização, pistas inadequadas, asfalto esburacado, risco de atropelamento… Muitos são os fatores que fazem com que andar de bicicleta nas cidades seja um desafio diário para os ciclistas – principalmente se eles vivem em locais onde as magrelas ainda não são vistas como meio de transporte diário e não têm espaço no trânsito.

Para tentar oferecer mais segurança àqueles que pedalam no dia a dia, o arquiteto dominicano Richard Castillo* projetou a Bicimetro Eco Bahn, uma ciclovia suspensa, que fica metros acima da rua, evitando que as bikes tenham que disputar espaço com outros veículos, como carros, motos e ônibus.

Outros profissionais, como o arquiteto inglês Sam Martin, já idealizaram ciclovias suspensas (lembra da SkyCicle?), mas o projeto de Castillo tem um diferencial: além de oferecer mais segurança aos ciclistas, produz energia limpa.

A ciclovia possui, em toda a sua extensão, turbinas eólicas e painéis fotovoltaicos, que garantem que a estrutura produza energia eólica e solar durante todo o dia, enquanto as pessoas pedalam de um lado a outro da cidade.

Por enquanto, o projeto é, apenas, um protótipo, mas é inevitável imaginar como seriam as cidades com ciclovias suspensas. Você aprovaria?
Assista ao vídeo da iniciativa.

Bares e restaurantes argentinos dão descontos para ciclistas

Promoções ocorrem em meio à ampliação de ciclovias em Buenos Aires.

Bares e restaurantes de Buenos Aires estão oferecendo descontos ou promoções para os clientes que chegam em bicicletas. A iniciativa ocorre no momento em que cresce a extensão das ciclovias na cidade e a preocupação com o meio ambiente.

A tendência das promoções especiais para ciclistas começou no ano passado em bares, restaurantes e festivais de música. Os próprios donos de alguns desses estabelecimentos adotaram o veículo em seu cotidiano.

As sócias do restaurante La Apasionada, no bairro de Vicente López, na província de Buenos Aires, disseram que oferecem descontos de 15% para os que chegam de bicicleta.

"Nós decidimos oferecer o desconto para apoiar os usuários do veiculo e defender o meio ambiente", disseram Flor Aprile e Ana Camblor.

O restaurante está a cerca de quinze quarteirões das ciclovias, mas em uma região onde é cada vez mais comum se deslocar de bicicleta, não só para passeio.

Já na entrada ao local, afirmou Aprile, é possível ver quem chega pedalando e receberá o desconto na hora de pagar a conta. "Além do desconto, nos preocupamos em ter uma área para o estacionamento das bicicletas", disse.

Chá grátis

A rede de chás, sucos e saladas Tea Connection, presente em vários bairros de Buenos Aires, oferece estacionamento aos ciclistas. Para eles, o "segundo chá é grátis", como contou o gerente de um restaurante da rede no bairro da Recoleta.

Os donos do bar Soria, no badalado bairro de Palermo, costumam ir de bicicleta ao trabalho e incluíram estacionamento para o veiculo no estabelecimento.

"Achamos que a bicicleta oferece um pacote de benefícios para qualquer pessoa. É saudável, econômica e com ela não se depende de transporte publico", disse Hernán Buccino, um dos donos do bar.

No Soria, o grafite de uma bicicleta, assinado pelo grafiteiro argentino Mart, já indica o perfil dos donos e frequentadores. Os clientes do local têm entre 25 e 35 anos.

Quando os dois estacionamentos para bicicletas (eles têm capacidade para doze bikes e lotam rapidamente) estão ocupados, as bicicletas são presas com cadeados nos postes do bairro.

"Acho que as ciclovias ajudaram a esse comportamento na cidade", disse Buccino.

Shows

Na Argentina, ciclistas também não pagam para assistir alguns shows musicais, como nas noites de quinta-feira na discoteca Studio Croba, nos bosques de Palermo - organizadas pelo coletivo MSTRPLN (Masterplan).

"As pessoas que entram com as bicicletas não pagam. Mas a maioria ainda chega de carro ou de táxi", disse Andii Dieciséis, organizador do MSTRPLN, que também costuma se locomover em bicicleta.

A onda de viajar em bicicletas gerou outras iniciativas como o mapa mostrando as promoções para os ciclistas no site 'La Vida em Bici' ('A vida de bicicleta'). O mapa inclui ainda informações úteis como onde estacionar, onde existem ciclovias e outros dados.

Ciclovias

Nesta semana, autoridades de Buenos Aires anunciaram que a cidade já conta com cem quilômetros de ciclovias (o município de São Paulo possui 63,5 km, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego) e que outros trinta quilômetros deverão ser agregados ainda em 2013.

As ciclovias começaram a ser construídas em 2009 e desde então, segundo estimativas oficiais, o total de usuários de bicicletas na cidade quintuplicou.

Além daqueles que circulam com a própria bicicleta, cerca de 60 mil pessoas pedalam em mil bicicletas amarelas distribuídas para empréstimo em 28 estações em vários bairros de Buenos Aires.

O uso delas é possível para quem se inscreve no sistema oficial. Cada estação conta com um atendente e um computador com os dados do usuário. E, como ocorre com o trânsito nas grandes cidades, o 'rush' é frequente nas manhãs e fins de tarde.

Esses ciclistas usam as bicicletas públicas como forma de complementar a viagem entre a estação de metrô ou o ponto de ônibus e o local de destino e outras vezes do inicio ao fim da viagem - como os que moram no bairro da Boca e trabalham em Palermo, por exemplo.

O pacote de medidas do governo da cidade para estimular o uso de bicicletas como transporte inclui um acordo com o banco Ciudad para a venda de bicicletas em até cinquenta parcelas sem juros.

De acordo com dados oficiais, são feitas 150 mil viagens de bicicleta por dia na cidade de Buenos Aires. Segundo analistas, elas estariam contribuindo, mesmo que ainda timidamente, para aliviar o trânsito de veículos e uso do transporte público - além de levarem os portenhos a fazerem exercícios. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
Estadão

Romeno instala motor a jato na bicicleta e atinge 42 km/h
Raul Oaida levou cerca de três anos para construir o motor.
Ele usou suas economias e dinheiro de patrocínio para construir o motor.


 Raul Oaida, de 19 anos, criou e instalou um motor a jato em sua bicicleta (Foto: Radu Sigheti/Reuters)

O romeno Raul Oaida, de 19 anos, criou e instalou um motor a jato em sua bicicleta em Deva, a 400 km da capital Bucareste. Usando suas economias e patrocínio, Oaida levou cerca de três anos para construir o motor. Durante o teste, ele atingiu uma velocidade de até 42 km/h.

Raul Oaida usou suas economias e dinheiro de patrocínio para construir o motor (Foto: Radu Sigheti/Reuters)Raul Oaida usou suas economias e dinheiro de patrocínio para construir o motor (Foto: Radu Sigheti/Reuters)
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Sistema cicloviário: investimento é adotado como alternativa para estimular mobilidade
Sistema cicloviário: investimento é adotado como alternativa para estimular mobilidade urbana em João Pessoa

Sistema cicloviário: investimento é adotado como alternativa para estimular mobilidade

As questões sobre mobilidade no tráfego urbano aumentam a cada dia por um simples fator: a frota de carros não para de crescer. Então, independente de construção de novas vias de acesso, alternativas que viabilizem o fluxo de pessoas nas cidades é essencial. Em João Pessoa, umas das medidas em processo de implantação é o sistema cicloviário, que já conta com 44,997 Km de ciclovias, ciclofaixas e faixas compartilhadas com outros veículos.

Por enquanto, os gestores municipais não viabilizam a utilização de rodízios de automóveis na Capital, mas de acordo com a Superintendência de Mobilidade Urbana (Semob) o uso da bicicleta será incorporado ao sistema de transporte público, tal como, o sistema de ônibus, táxi, turismo e de fretamento.


O diretor de Planejamento da Semob, Adalberto Araújo, explica que o objetivo é implantar o sistema cicloviário e tornar a bicicleta como um meio efetivo de transporte regulamentado. “O desafio é construir todas as rotas e integrá-las à malha de transporte coletivo. A primeira etapa do projeto consiste em estabelecer a rede inter bairros, interligando as zonas norte, sul, leste e oeste”, afirmou Adalberto.

A faixa compartilhada, onde a via também é utilizada por outros veículos, é uma realidade já instalada na Rua João Crisóstomo Ribeiro Coutinho. O superintendente da Semob, Nilton Pereira de Andrade, explicou que a faixa compartilhada serve para superar a dificuldade dos espaços para implantar ciclovias ou ciclofaixas. “As cidades cresceram sem reservar espaço para bicicletas, em João Pessoa, por ser a terceira cidade mais antiga do país, essa dificuldade é ainda maior”, afirmou o superintendente. Saiba mais

15 09 12
Cidades para Pessoas: projeto que viaja o mundo para divulgar boas práticas urbanas entra em segunda fase

Você já ouviu falar no projeto Cidades para Pessoas? Criado em 2010 pela jornalista Natália Garcia, ele viaja o mundo a procura de boas práticas que tenham sido adotadas nos municípios e mudado, para melhor, a vida de seus moradores. Essas ideias são documentadas na internet pela Natália – no site Cidades para Pessoas e, também, no blog homônimo que ela mantém noPlaneta Sustentável – com a intenção de inspirar governantes, empresários e os próprios cidadãos a buscar soluções possíveis para resolver os problemas mais comuns das cidades brasileiras – como a má gestão do lixo, a dificuldade de mobilidade, a poluição e o crescimento desordenado.

Curtiu? Pois você pode ajudar a Natália a dar continuidade a esse trabalho. Depois de viajar por sete cidades da Europa na etapa inicial do projeto, a jornalista começará a segunda fase do Cidades para Pessoas no final de setembro e, para isso, busca financiamento coletivo.

Dessa vez, Natália percorrerá – junto com a ilustradora Juliana Russo – São Francisco, Portland, Nova Iorque, Cidade do México e Barcelona, em busca de exemplos inspiradores para as cidades brasileiras. Mas, para conseguir documentar tudo isso com liberdade editorial, ela não quer o patrocínio das empresas, mas sim dos cidadãos. Até o dia 20/09, os internautas que simpatizam com o Cidades para Pessoas podem doar quantias a partir de R$ 15 no Catarse para ajudar a tornar o projeto realidade. A meta da Natália é arrecadar R$ 15 mil. Saiba mais
03 09 12
Avenida Paulista estreia ciclofaixa aos domingos
Pista de lazer exclusiva para ciclistas foi inaugurada nos dois sentidos da via e provocou bloqueios de ruas e trânsito lento na região
Ciclofaixa de lazer da avenida Paulista é inaugurada neste domingo

O prefeito Gilberto Kassab (PSD) inaugurou neste domingo a ciclofaixa de lazer da Avenida Paulista. A implantação da pista exclusiva para ciclistas resultou em mudanças no trânsito da região e provocou tráfego lento nesta tarde.

A ciclofaixa tem, ao todo, 2,5 quilômetros de extensão em cada sentido e vai de uma ponta a outra da avenida, sempre na pista da esquerda. Ela funcionará das 7h às 16h todos os domingos e em alguns feriados.

Durante o período de funcionamento, a velocidade máxima dos carros será reduzida de 60 km/h para 40 km/h.

Com o novo esquema, a Avenida Paulista registrou lentidão nos dois sentidos. No início da tarde, quem seguia rumo à Consolação enfrentava 1,4 km de lentidão entre a Rua Frei Caneca e a Avenida Brigadeiro Luis Antonio. No sentido contrário, 1,3 km de filas entre a Rua Joaquim Eugênio de Lima e a Rua Augusta.

Além disso, a Rua Haddock Lobo fica bloqueada entre a Rua Luis Coelho e a Avenida Paulista, que tem os retornos junto às ruas da Consolação e Bela Cintra também interditados.

De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), não foi registrado nenhum acidente no local neste domingo e não há como afirmar que a lentidão está relacionada com o trânsito de ciclistas.

A ciclofaixa de lazer ficará separada por cones e terá orientadores de travessia em toda sua extensão, durante o horário de funcionamento. Nas próximas semanas, também aos domingos, deverá ser liberado o tráfego de bicicletas pela motofaixa da Rua Vergueiro.

(Com Agência Estado)
03 08 12
Com tecnologia de carros de luxo, Aston Martin cria bicicleta de R$ 80 mil
Desenvolvedor posa com o novo brinquedinho da Aston Martin (Foto: Reprodução)

A marca Aston Martin é uma das mais famosas do mundo automobilístico, especialmente após suas participações na série de filmes “James Bond”. No entanto, o lançamento mais recente da companhia não é nenhum carro super luxuoso, mas sim uma bicicleta. Trata-se da One-77, obviamente, uma bike nada comum. Entre os seus principais atrativos, estão computador on-board e conectividade Bluetooth. Tudo isso por “apenas” £ 25 mil (R$ 80 mil).

A elegante e high-tech One-77 foi oficialmente apresentada ao público no mês de julho. A One-77 foi fabricada em parceria com a Factor, empresa que produz uma infinidade de bicicletas com gadgets embutidos. A bike possui freios a disco, sistema duplo de cilindros mestre, computador integrado, que passa cerca de 100 informações para o ciclista (batimentos cardíacos e aceleração, por exemplo), GPS, sensor de velocidade, medidor de torque e até sistema de luzes com lâmpadas LED nas partes frontal e traseira. 

Todo o acabamento do modelo é feito em couro, no guidão e no selim, costurado à mão. A equipe responsável pelo seu desenvolvimento foi composta por 15 especialistas da Aston Martin, que iniciaram o projeto no ano passado. A tecnologia utilizada em sua produção foi a mesma da fabricação de carros de luxo.

Se você gostou da ideia e tem dinheiro para bancar uma bike de luxo como esta, corra. Afinal, como o nome do modelo é One-77, somente 77 unidades estão disponíveis para compra no site da Aston Martin. Curiosamente, até o momento, houve quatro encomendas (uma delas do Brasil), além de sete e-mails pedindo informações.
28 07 12

BICICLETAÇO DE APOIO AO RESPEITO NO TRANSITO

Aconteceu nesse sábado, as 7:00 da manhã um bicicletaço, para mostrar apoio e união dos ciclistas da grande João Pessoa ao Triatleta atropelado em Cabedelo (Werner Jr.).

O Atleta (Werner Jr.), se preparava para as olimpíadas na Inglaterra quando foi colhido por um ônibus escolar da prefeitura de Cabedelo.

 Werner Rudolf Wolff Junio - 29 anos

Mais de 700 ciclistas estiveram presentes no passeio que começou no Monumento de Intermares e foi até o local do atropelamento, onde foi realizada uma cerimônia em oração para trazer o restabelecimento do atleta sem seqüelas para que ele possa desempenhar o seu papel de atleta.

Toda uma infra-estrutura de apoio foi montada com a guarda municipal, corpo de bombeiros, Polícia Rodoviária Federal.

Diversos veículos de comunicação de todo o Estado estiveram presentes fazendo a cobertura, e como não poderia deixar de ser os Portais Cabedelo Notícia e Tudo Aqui News o mais novo portal de informação de Cabedelo, fez a cobertura mais completa tanto em vídeo quanto em fotos.

Algumas personalidades se fizeram presentes como o Empresário Quitans, a Candidata a Vereadora Ilma Viana que apoiou a ONG CAPP – Cultura, Arte e Promoção Popular, a reivindicar por diversas vezes a conservação da Ciclovia da BR 230 que estava totalmente obstruída por mato, areia, placas colocadas em locais indevidos, e agora atendendo as reivindicações o DENIT começou a limpeza da grande parte da ciclovia, esperamos que exista também um projeto de restauração e ampliação para os dois lados da BR o que criaria uma malha de ligação entre todos os bairros do município.

“Precisamos lutar para que a nova Administração Pública possa ter uma mentalidade voltada para a mobilidade urbana, pois Cabedelo é um município que poderá ser exemplo de sustentabilidade e consciência ecológica, nós vamos trabalhar para que se construam novas ciclovias dentro das normas internacionais, visando não apenas os nossos ciclistas como também para desenvolver um novo tipo de turismo que cresce em todo o mundo o Turismo de Bike, e nosso município tem todas as condições de poder apresentar suas melhores paisagens em um passeio divertido com grupos organizados de turistas ciclistas, é um novo mercado que pode vir a abrir um leque de oportunidades de renda e desenvolvimento econômico.” Finalizou a candidata a vereadora pelo Partido Verde Ilma Viana.  

Essa ciclovia deve ser tratada para dar mobilidade não apenas aos ciclistas, mas para viabilizar a locomoção de cadeirantes, patinadores, skatistas, que poderão utilizar o espaço para ir e vir dentro de uma faixa segura de transito, que deve também ter um piso liso para proporcionar maior segurança e conforto aos seus usuários, tudo isso é possível e esta dentro dos novos incentivos do Governo Federal para criar uma nova mentalidade e mudar a mentalidade dos usuários de veículos automotores para usaram mais outras formas ecologicamente corretas de transporte.

Para incentivar essa prática os Portais Cabedelo Notícia e Tudo Aqui News, juntamente com a ONG CAPP e outras empresas e entidades vão promover todas as semanas um Passeio que será o NIGHT BIKE CABEDELO. A iniciativa da ONG CAPP é mobilizar em um passeio divertido e descontraído o maior número de ciclistas para alertar para certas possibilidades e uma mudança de comportamento.

Para maiores informações dos interessados em levar sua turma que pode ser caracterizada e personalizada para que sejam identificadas na multidão de ciclistas liguem para: 83 3250 3995 e peçam informações, ou acessem os Portais Cabedelo Notícia e Tudo Aqui News no Caderno Especial: Planeta BIKE e saiba tudo sobre o NIGHT BIKE CABEDELO Primeira Edição.

Vejam tudo e também a cobertura dos outros veículos aqui e agora em primeira mão.

Veja o Slyde Show:

Melhor Cobertura em fotos.

BIKE_APOIO


Melhor Cobertura  em vídeo:

Imagens e fotos: Márcia e Fred William Dutra.

Matéria: Cabedelo Notícias

Texto: Fred William - Editor Geral

Produção: Portal Cabedelo Notícia

11 07 12
Olimpíada dos Cavalheiros em Londres reúne tipos para lutas de guarda-chuva e muito mais
Nada mais cavalheiro do que lutar em cima de uma bicicleta usando somente um guarda-chuvas (Fotos: Getty Images)
O evento reúne música ao vivo, shows, comida e bebida. Entre os esportes, a maratona de cachimbos, surfe em tábua de ferro e combate de guarda-chuvas – e o que dá o prêmio é mesmo é a bravata e não qualquer empenho atlético. Para frequentar o Chap Olympiad 2012 o dress code era elegância ornamentada, roupas militares, roupas formais, roupas dandy, e estavam proibidos trajes esporte (a não ser o clássico branco de críquete) e jeans, de jeito nenhum! Em sua oitava edição, é a celebração ao vivo da The Chap Magazine, que celebra a era Eduardiana (período do Rei Eduardo VII, 1901-1910), das antigas pomadas para cabelo, brilhantina. Veja mais
10 06 12
Iniciativas convencem europeus e americanos a trocarem o carro pela bicicleta
Veja as ideias que tiveram benefícios para ciclistas e motoristas

Editora Globo

A Holanda é o país ocidental que mais usa a bicicleta no dia a dia. Uma das explicações para essa popularidade é a integração promovida, desde a década de 1970, entre o uso de bikes e o de transporte público. Cerca de 40% dos usuários de trem vão até as estações pedalando, pegam o trem, desembarcam e pedalam de novo até o trabalho. Estima-se que em 2020 metade dos passageiros faça o mesmo. Para isso, haja estacionamento. Os arredores da estação central de Amsterdã têm garagens com cerca de 10 mil vagas. Na principal, a Fietsflat, cabem 2.500. Tudo é dividido em seções, linhas e 3 andares. Afinal, na volta do trabalho é preciso encontrar a bike, certo?

POLÍTICAS E RESULTADOS
• Desde os anos 70, a cidade reduz vagas e aumenta o preço de estacionamento para carros no centro
• Viagens de bike eram 25% do total em 1970. Em 2005, 37%
• 77% dos cidadãos com mais de 20 anos têm ao menos uma bicicleta, e metade pedala diariamente
• Acidentes com ciclistas diminuíram em 40% entre as décadas de 1980 e de 2000

PORTLAND > SEGURANÇA NO CRUZAMENTO
Editora Globo

Em 2008, dois ciclistas morreram em Portland, nos EUA, atropelados na ciclofaixa por um carro que virava à direita. Cerca de 70% dos acidentes de bike na cidade acontecem em cruzamentos. Por causa disso, a cidade, campeã do pedal no país dos carros, criou 14 bike boxes iguais aos da foto. Ao sinal vermelho, os motoristas param atrás da área verde, exclusiva de bikes, ou ganham multa de US$ 242 (como o carro preto da foto). Em dois anos, a presença de ciclistas nesses cruzamentos subiu 32%, e o índice de conflitos com motoristas caiu 31%.

POLÍTICAS E RESULTADOS
• Cidade tem projetos de incentivo ao uso de bicicletas detalhados até 2030
• 80% das crianças na escola recebem educação sobre segurança para pedalar
• Construiu 200 km de ciclovias entre 1996 e 2006. Hoje, são 466 km
• Uso de bikes para ir ao trabalho dobrou entre 1990 e 2000

COPENHAGUE > SINALIZAÇÃO ESPECIAL
Editora Globo

Uma marca registrada dos cruzamentos de Copenhague, capital da Dinamarca, são as faixas azuis usadas para demarcar a rota de quem pedala. Mesmo com ciclovias e ciclofaixas à vontade, não há como evitar o encontro de carros e bicicletas nesses trechos. Então, a cidade usa a cor vibrante para chamar a atenção de motoristas para os ciclistas e evitar acidentes. Outra medida de segurança usada nos cruzamentos é dar sinal verde para os ciclistas antes — outro modo de priorizar os ciclistas, em relação aos automóveis.

POLÍTICAS E RESULTADOS
• Um terço do orçamento municipal de transportes é voltado para o ciclismo
• De 1995 a 2006, a quilometragem pedalada subiu 44% e os acidentes graves caíram 60%
• 20% do total de viagens são feitas de bike. No dia a dia para o trabalho, elas são 32%
• Uso de bikes entre pessoas com mais de 40 anos aumentou de 25% para 38% entre 1998 e 2005
ODENSE > CAMPANHAS PRÓ-BIKE
Editora Globo

A experiência de países europeus mostra que campanhas de incentivo ao uso de bicicletas são parte fundamental das políticas de estímulo às pedaladas. Na Dinamarca, por exemplo, a ONG Federação dos Ciclistas criou uma gincana nacional, que acontece uma vez por ano durante duas semanas, para incentivar crianças a irem de bicicleta para a escola, distribuindo prêmios para as que têm mais alunos pedalando. Em Odense, 26% do total de viagens são feitas de bicicleta. Entre os alunos do ensino fundamental, esse índice sobe para 43%.

POLÍTICAS E RESULTADOS
• Não é possível atravessar o centro de carro. Nas adjacências, estacionar automóveis é caro, bicicletas, grátis
• A cidade subsidia equipamentos de segurança e distribui frutas e doces para ciclistas
• De 1984 a 2002, o uso de bikes na cidade cresceu 80%
• Elas são usadas em um quarto do total de viagens

BERLIM > ALUGUEL SIMPLES E BARATO
Editora Globo

Sistemas de compartilhamento de bicicletas — que permitem alugá-las num ponto para deixá-las em outro — são mais uma ferramenta importante para popularizar as pedaladas como transporte urbano. A cidade de Berlim, uma das metrópoles que mais investe em bikes no mundo, tem uma das versões mais modernas desse sistema. A Deutsche Bahn, empresa de trens alemã, instalou 3.000 magrelas como as da foto nas estações da capital. O cidadão desbloqueia a bike por celular e paga com cartão de crédito. Para complementar, dá para planejar a rota por ciclovias, no celular, com dados sobre conexões com transportes, velocidade média e tempo de viagem.

POLÍTICAS E RESULTADOS
• Em 72% das ruas da cidade a velocidade máxima é de 30 km/h
• Verbas para incentivar uso de bikes aumentaram 4 vezes de 2000 a 2009
• Viagens de bicicleta subiram de 7% para 10% do total entre 1992 e 1998
• Acidentes fatais com ciclistas caíram 30% entre 1998 e 2004

Editora Globo
04 05 12
Passeio ciclístico inicia atividades da Semana do Meio Ambiente 2012

Mais de 400 ciclistas prestigiaram o II Passeio Ciclístico da Semana do Meio Ambiente, na manhã deste domingo (3), abrindo as atividades da Semana do Meio Ambiente 2012, promovida pela Semam. Famílias, crianças, atletas, academias e grupos de ciclistas estiveram juntos por um transporte sustentável.

Na concentração do Passeio, o prefeito Luciano Agra falou sobre os benefícios da bicicleta como transporte que contribui para uma cidade mais saudável. “A bicicleta não suja, não polui, não faz barulho. E não é só para a prática de esportes. É um meio de transporte para milhares de trabalhadores. E o ciclista é parceiro do meio ambiente. Contamos com esse cidadão. A Prefeitura está trabalhando para a interligação do sistema de ciclovias, com a implantação de diversas ciclovias pela cidade, como recentemente fez em Nova Mangabeira. Pretendemos ligar o Bessa ao Valentina. Tornar a cidade sustentável é um objetivo do milênio, é o objetivo da humanidade e tenham certeza que estamos trabalhando para dar toda condição para que os ciclistas possam se locomover em segurança”, complementou.

 Percurso – Foram percorridos aproximadamente 10 km, saindo da Praça da Independência, seguindo pela Rua Coroliano Soares de Oliveira, Avenido Getúlio Vargas, Lagoa, Avenidas Diogo Velho, Pedro II, Praça João Pessoa, Visconde de Pelotas, Odon Bezerra, Avenida Monsenhor. Walfredo Leal, Praça da Independência, Epitácio Pessoa e Avenida Almirante Tamandaré. A chegada foi em frente ao Hotel Tambaú.

 Estrutura – Equipes de diversas secretarias da Prefeitura de João Pessoa participaram do Passeio. Educadores ambientais da Emlur conversaram com as pessoas e distribuíram mais de 500 sacolinhas para o recolhimento do lixo. Samu e Polícia Militar deram suporte. A equipe técnica da Federação Paraibana de Ciclismo também deu apoio ao evento. “É muito importante uma ação como essa porque contribui para mudar a percepção das pessoas em relação à bicicleta”, disse o diretor técnico da Federação João Paulo Leite de Sousa.

O II Passeio Ciclístico do Meio Ambiente contou também com a participação de grupos como Pedal Jampa, que deu apoio na divulgação e na estrutura do evento. “A bicicleta é um meio de transporte que envolve atividade física, que contribui para a saúde, para o lazer e para diminuir a poluição das cidades”, observou o secretário de Esportes, Thiago Pacheco.

A secretária adjunta do Meio Ambiente, Wellintania Freitas, ressaltou o quanto o ciclista é aliado na busca por uma cidade sustentável e lembrou que diversas atividades estão programadas para a Semana do Meio Ambiente. “Essa energia que tivemos no Passeio vamos manter em todas as atividades da Semana do Meio Ambiente, que está só começando. Contamos com todos vocês nas diversas atividades que estamos promovendo”, complementou.
30 05 12
Em 230 dias, ciclista pedala 20,7 mil km e passa por todos os estados
Valdeni Pinheiro circulou por 418 cidades, 26 estados e pelo DF no período.
Objetivo era quebrar recorde anterior de 345 dias, de um paranaense.
Valdeni Pinheiro faz pose e comemora o feito na Linha do Equador após circular de bicicleta por 26 capitais e pelo Distrito Federal em 230 dias (Foto: Arquivo Pessoal/Valdeni Pinheiro Alves)

Em busca de um sonho, o ciclista amazonense Valdeni Pinheiro Alves, de 33 anos, pedalou 20.726 quilômetros, passou por 418 cidades, por 26 capitais e pelo Distrito Federal. Ele saiu de Humaitá (AM) em 7 de outubro do ano passado e concluiu o trajeto na quarta-feira (23), em um total de 230 dias de viagem sobre a "magrela". Segundo o Ranking Brasil, o atual recordista é o paranaense Silvio Marchiori, que pedalou 20 mil quilômetros em 345 dias, em 2005.

Alves sempre fez questão de lembrar de sua mãe, que considera a maior incentivadora. "É uma promessa que fiz para ela lembrar de mim por coisas boas. Eu vivia num mundo errado e fazia minha mãe sofrer muito. Hoje tenho uma vida correta e quero poder dizer para ela que eu fiz isso tudo para ela."

Esta é a segunda vez que Alves tenta bater o tempo do paranaense Marchiori. No ano passado, ele pedalou 23 mil quilômetros em 347 dias, passando por todas as capitais do país. A primeira tentativa foi concluída em 29 de abril de 2011. Saiba mais
21 05 12
Porsche lança dois modelos de bicicleta
Usar a bicicleta como meio de transporte nunca esteve tão em alta como nos dias de hoje. Unir responsabilidade ambiental, estilo e praticidade parece ser a fórmula ideal para o homem moderno. Por isso a Porsche acaba de lançar dois modelos de bicicleta, o RS (Racing Sport) e o Porsche S. Por US$ 7,82 mil (cerca de R$15,43 mil) é possível levar para casa a RS que tem rodas aro 29, câmbio Shimano de 20 marchas e pesa aproximadamente 9 quilos, isso devido a sua construção toda feita de fibra de carbono. Já a Porsche S é um pouco mais pesada: são 10 quilos distribuídos pela estrutura de alumínio hidroformado e onze velocidades. O preço também aumenta, US$8,53 mil (cerca de R$16,88 mil). Além da Porsche, outras fabricantes de automóveis apostaram nas magrelas, entre elas a BMW, a MINI, a McLaren e a Volkswagen.
   
13 05 12
Bike Fit: a tecnologia a serviço dos ciclistas
09 05 12
Polêmica constrangedora para usuários:
Bicicletas elétricas continuam a receber multas no Rio, diz Denatran
Órgão afirma que mudanças competem ao Congresso Nacional e Contran.
Rio de Janeiro publicou decreto liberando uso dos ciclos-elétricos.
Bicicleta; elétrica; rio de janeiro (Foto: Reprodução / RJTV)

Após a Prefeitura do Rio publicar decreto equiparando as bicicletas elétricas às bicicletas normais, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) contesta texto publicado no Diário Oficial do município. Segundo órgão, aqueles que circularem com bicicletas sem estar de acordo com as regras do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) serão multados por infração gravíssima e o veículo será apreendido. Para a Prefeitura do Rio, o decreto municipal está valendo e o uso da bicicleta elétrica deve ser estimulado (leia abaixo).

O Denatran afirma que as mudanças nas normas têm de partir do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que regula a o CTB, ou do Congresso Nacional, através de nova lei. “Neste caso, existe um vácuo que dá margem para a discussão. Mas quem deve legislar é a União e o cidadão tem de seguir as regras do Denatran. O indicado é deixar de utilizar o veículo enquanto as coisas estão indefinidas”, explica o advogado Maurício Januzzi, presidente da Comissão de Sistema Viário da Ordem dos Advogados do Brasil.

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De acordo com o Denatran, os municípios devem regulamentar o registro e o licenciamento (documentos) dos ciclomotores por meio de legislação local. E isso não muda a equiparação das bicicletas, ou ciclos-elétricos, aos ciclomotores - veículos de duas ou três rodas equipados com motor de combustão interna, cuja cilindrada não exceda 50 cm³ e com velocidade máxima de 50 km/h – em resolução de 2009. Desse modo, as bicicletas elétricas, a exemplo dos ciclomotores, só poderão circular emplacadas e seu usuário necessita de Carteira Nacional de Habilitação específica - "Autorização para Conduzir Ciclomotor" (ACC) ou "A" (motocicletas).

Além disso, o usuário tem de usar capacete e seguir regras de trânsito dos veículos motorizados, incluindo a Leia Seca. O Denatran ainda declara que, segundo o CTB, os municípios são responsáveis por fiscalizar o cumprimento das normas.

O decreto do Rio de Janeiro trata os modelos elétricos como outras bicicletas, desde que o condutor obedeça o limite de velocidade de 20 km por hora e tenha, pelo menos, 16 anos de idade. Caso o ciclista seja multado, existe possibilidade de recorrer. “Como as coisas não estão claras, quem for multado pode tentar recorrer utilizando o respaldo da Prefeitura do Rio de Janeiro”, informa Januzzi.

O que diz a Prefeitura
As dúvidas sobre o uso da bicicleta elétrica no país se iniciaram quando agentes da Lei Seca multaram homem que utilizava bicicleta elétrica em ciclovia na Zona Sul do Rio. O ciclista Marcelo Toscano Bianco se recusou a fazer o teste do bafômetro, estava sem capacete, não tinha CNH da categoria do veículo e teve a bicicleta apreendida. Por causa das infrações, o condutor foi multado em mais de R$ 1,7 mil e recebeu 21 pontos na carteira.

Em nota divulgada nesta terça (8), a Secretaria Municipal de Transporte informou afirmou que o uso da bicicleta “deve ser estimulado e não restringido”, e que os ciclistas “não deveriam ser punidos com entraves burocráticos.” A assessoria informou ao G1 que, para a Prefeitura, o decreto de Eduardo Paes está valendo e nenhum ciclista será multado pela Guarda Municipal.

De acordo com a nota, o decreto no Rio se baseia no Código de Trânsito Brasileiro. Ainda em nota, a Secretaria informou que o uso da bicicleta como meio de transporte para pequenas distâncias “contribui para a redução de emissões e humaniza o trânsito.”

O Governo do estado informou, nesta tarde, que a Operação Lei Seca está estudando o decreto para estabelecer os melhores procedimentos. G1
04 05 12
Sem regulamentação do município, bicicleta elétrica é proibida
Cada cidade necessita regularizar o uso que necessita de CNH e capacete.
Por estarem equiparadas a ciclomotores, 'e-bikes' precisam ser emplacadas.

BIOBIKE (Foto: Divulgação)


Para rodar com bicicleta elétrica no Brasil é necessário que o município possua regulamentação sobre o assunto, de acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). No último domingo (29), um ciclista foi multado durante blitz da Lei Seca no Rio de Janeiro por estar sem capacete e não possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) da categoria do veículo – "Autorização para Conduzir Ciclomotor" (ACC) ou "A" (motocicletas). A penalização gerou dúvidas sobre a utilização das bicicletas elétricas no país.

“Por ter propulsão motorizada, a bicicleta elétrica é regida pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito). Caso a cidade regulamente a situação, o veículo terá de ser emplacado e o usuário precisará de capacete e habilitação específica”, explica o advogado Maurício Januzzi, presidente da Comissão de Sistema Viário da Ordem dos Advogados do Brasil. O Denatran afirma que mesmo com condições específicas para cada cidade, habiltação, capacete e emplacamento serão obrigatórios. Saiba mais
21 04 12
JAMPA BIKERS NA TRILHA RENATA FALZONI www.paimateus.com

Nesse lugar único e exclusivo no Planeta Terra é sentir-se fora do Mundo uma mistura de Silêncio, Sossego, Cores, Liberdade, Alegria e Infinita Paz Despertando os mais Nobres Sentimentos em Contato com Natureza... PROGRAMAÇÃO 2º BIKE PAI MATEUS COM JAMPA BIKERS Sexta-feira 25/05 Encontro apartir das 19: horas no Hotel Fazenda Pai Mateus Opciona passeio a Cabaceiras, PB - Roliúde Nordestina Sábado 26/05 Saída as 8:00 horas da manha para pedalar plas trillhas Tota Lucena, Beleza Selvagem (Parada com Lanche com frutas, água, rapadura, etc.). Seguirmeos pela Trilha Guerreiro Tapuia até chegar ao Hotel Fazenda pai Mateus para o almoço. Saída as 15:00 horas para pedalar nas trilhas Tota Lucena, (Parada com Lanche com frutas, água, rapadura, etc.) e Trilha Renata Falzoni terminando a jornada com o maravilhoso Pôr do Sol no Lajedo Pai Mateus pedra do capacete. A Noite Forró Pé de Serra, Fogueira. Domingo 26/05 saída as 8:30 da Manha - Trilha Demétrio Almeida (Parada com Lanche com frutas, água, rapadura, etc.) e Trilha Guerreiro Tapuia. Hotel Fazenda com Restaurante, bar, piscina, sauna, Chale/apartamento com 1 cama king Sile, 1 cama de solteiro, ar-condicionado, ventilador de teto, frigobar,banheiro com água quente, varanda com rede, internet banda larga wireless. CURTA um pouco desse lugar único no planeta terra www.paimateus.com PACOTE INCLUÍ: - 2 Diarias no hotel Fazenda Pai Mateus com café da manhã - Taxas de entrada nas fazendas com direito a pedalar pelas trilhas - Mecanicos Bike - Guia Local Bike - Apoio nas trilhas com frutas, agua etc... VALORES: Chale Individual R$:600,00 (com café da manha ) Chale com 2 pessoas R$:600,00 (com café da manha ) Chale Triplo R$:900,00 ( com café da manha ) Forma de pagamento: Até em 12x nos cartões 10% pagamento a vista Reservas e pagamentos: Nativos Viagens & Turismo e Jampa Bikers Rua Professora Maria Sales, 842 (mesma rua Picanha do Bastos) Tambaú - João Pessoa / PB (83) 3021-8654 ou (83) 8731-1865 inter@nativosturismo.com
09 04 12
Anjos de bicicleta
São mais de 250, só na cidade de São Paulo. Eles acompanham e ensinam o ciclista iniciante a se movimentar pelas ruas da cidade. De graça, porque simplesmente adoram fazer isso.
Mig é o seu apelido. É um ciclista sênior, professor de flauta, velejador de windsurfe e bike anjo dos moradores da região onde resido, o Morumbi, um bairro de São Paulo. Seu trabalho como consultor de tecnologia lhe permite ter horários livres, que ele aproveita para ajudar voluntariamente quem quer desenferrujar a magrela e usá-la como meio de transporte alternativo ou lazer. Enquanto converso ao telefone a fim de marcar um horário para um passeio de bicicleta com ele, imagino que Mig é um bike anjo oriental, certamente professor de sakuhachi, a flauta tocada nos mosteiros zen do Japão. Seu apelido, Mig, imediatamente me faz lembrar outro nome parecido, o do senhor Miyagi, o inabalável mestre do Karatê Kid. Pronto. Ter um bike anjo como o senhor Miyagi ao lado é tudo o que se poderia desejar para quem, como eu, tem dificuldade em manter a linha reta na direção de uma bicicleta. Depois de me escutar atentamente e ouvir sobre minhas dificuldades em tirar as rodinhas auxiliares quando tinha 7 anos de idade e que já não pedalo há uns 15 anos, sendo a última vez num vilinha italiana com senhoras sentadas nas portas de suas casas para assistir a um carro passar a cada meia hora, o senhor Miyagi me fala gentilmente (todos os bike anjos são muito gentis) que é melhor eu começar a reaprender a andar de bicicleta coletivamente. Isto é, junto com outras pessoas no mesmo estágio que eu, em eventos que o pessoal do site dos bike anjos promove regularmente.

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Foi uma decepção. Eu queria começar essa matéria descrevendo minha sensação de liberdade descendo como um bólido a avenida Padre Lebret, como fazia quando tinha 14 anos. Mas entendi. Eu nem tinha ideia de onde ficava a tal praça do Ciclista, o local onde ocorrem esses eventos, que, para quem não sabe, fica no fim da avenida Paulista, pertinho da rua da Consolação. A verdade é que não havia quase nenhuma conexão entre mim e o mundo das bikes, ou coisas como cicloativismo (atitudes para tornar a cidade mais humana por meio das bikes), pedaladas (reuniões em que vários ciclistas andam juntos), Pedalinas (grupo de mulheres ciclistas de SP) e outros jargões que fui aprendendo durante as entrevistas. Para mim, uma vergonha de me deixar corada. Para ele, a iniciante ideal.

SEGREDINHOS DE INICIANTE
Como eu, Tarsila Mercer de Souza também encontrava dificuldade para andar em linha reta. Arrá, não era só o "meu" problema. Ela também tinha aprendido a andar de bicicleta tardiamente, aos 9 anos. Que alívio. O fato de o caçula da família saber dar cavalo de pau com a bicicleta enquanto a irmã mais velha não consegue se equilibrar na magrela pode se tornar um dos grandes traumas de infância. Fiquei feliz por ela ter tido dificuldades semelhantes no passado. Percebi que não era a única do mundo a ter problemas nessa área. Pelo contrário: como eu, assim era a maioria dos iniciantes do bike anjo - envergonhados, tímidos, hesitantes e inseguros.

Tarsila me confessa que levou dois meses para andar em linha reta, algo muito importante para se andar com mais segurança em ruas movimentadas. Dois meses, que maravilha... Eu me sentia obrigada a fazer isso imediatamente, ou, no máximo, na segunda "aula". Também me diz que começou a praticar na Europa há dois anos e que voltou louca para andar de bicicleta no Brasil. Mas, com o trânsito de São Paulo, não conseguiu fazer isso sozinha precisou do apoio monitorado dos anjos. Aproveitou o término de um namoro de quatro anos e torrou 500 reais numa bike nova, por impulso. "Precisava substituir aquele envolvimento por outro, superar aquele buraco...", ela diz. Santa ideia. Entrar nesse universo pode trazer alegria, companheirismo e gentileza dos seus pares, enorme bem-estar físico e participação voluntária em vários eventos sociais. E, no caso dela, até um namoro com alguém que conheceu nessas aventuras sob duas rodas. Saiba mais
14 03 12
Evolução e respeito ao meio ambiente
Estacionamento de bicicletas em Copenhagen
13 03 12
Ciclovias de Bogotá incentivam uso de bicicletas
Plana e com vários parques, a capital colombiana possui 340 km de ciclovias – ou “ciclorutas”, como são conhecidas na cidade –, que, desde que foram construídas, aumentaram em sete vezes o número de usuários de bicicleta

Em seu livro Diários de Bicicleta, o músico David Byrne diz que toda cidade expressa, em suas ruas, o que quer de seus habitantes. Se a tese for verdadeira, Bogotá espera que as pessoas se locomovam pedalando. Plana e com dezenas de parques, a capital colombiana possui 340 km de “ciclorutas”.Elas passeiam por museus do centro histórico, feiras de rua da avenida Jimenez, prédios comerciais da Septima...

Desde que as ciclovias começaram a ser construídas, em 1998, o número de deslocamentos feitos de bicicleta cresceu sete vezes. “Essa é a melhor forma de vencer curtas e medias distâncias”, dizia o então prefeiro Enrique Peñalosa. Hoje, mais de 500 mil bogotanos usam a magrela como meio de transporte. Ou a integram ao transporte público, já que vários pontos de ônibus possuem bicicletários gratuitos.
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11 03 12
Bike Hanger: bicicletário vertical incentiva ciclistas e ocupa menos espaço nas ruas

O discurso de incentivo ao uso de bicicleta como meio de transporte está cada vez mais presente em cidades do mundo inteiro, mas, entre outros problemas, faltam locais seguros para estacionar as magrelas nas ruas. O que leva a outra questão: com cidades cada vez mais “abarrotadas” de pessoas, carros e edifícios, onde encontrar espaço para construir bicicletários?

Designers do estúdio Manifesto Architecture*, em Nova York, pensaram em uma solução para o problema: o Bike Hanger, um estacionamento vertical para magrelas, que mais parece uma roda gigante. Com capacidade para guardar entre 15 e 36 bikes, dependendo de sua altura, o bicicletário foi projetado para ser construído, basicamente, com garrafas plásticas e aço inoxidável reciclados, na lateral das edificações.

Para quem está se perguntando como os ciclistas fariam para pendurar as bikes no alto da “roda gigante”, a gente explica: na base do bicicletário, há uma magrela fixa que, quando pedalada, movimenta a estrutura. Logo, quem quiser guardar a bike no Bike Hanger tem que deixar a preguiça de lado e pedalar até um cabide livre chegar a parte inferior do bicicletário.

Por enquanto, o Bike Hanger é, apenas, um protótipo. Você acha que ele tem potencial para virar realidade nas cidades de todo o mundo?

Imagem: Divulgação

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Vá de bike
Ciclovias de Bogotá incentivam uso de bicicletas
Especial: Vá de bicicleta

*Manifesto Architecture 

Super

06 03 12
Nova bicicleta funcionará com freio sem fio
Em breve, o dispositivo será testado em outros meios de transporte
Editora Globo

Pesquisadores da Universidade de Saarland, na Alemanha, descobriram um jeito de aplicar a revolucionária tecnologia sem fio num dos mais eficientes meios de transporte já inventado pelo homem: a bicicleta. 

A proposta é a instalação de um sensor sem fio na bicicleta para ativar o freio assim que a borracha do guidão é apertada pelo ciclista, eliminando a necessidade de cabos e alavancas de freio e aumentando a precisão da frenagem. 

O sistema é composto por pequenas caixas colocadas no guidão. Assim que o ciclista apertar o dispositivo, um sinal de rádio é enviado para um receptor elétrico instalado no garfo da bicicleta, que o transforma em energia mecânica necessária para travar o disco. Quanto mais forte o aperto no guidão, maior a potência de frenagem. 

Apesar de parecer complicado, o coordenador do projeto, Holger Hermanns, garante que a tecnologia é simples e será, futuramente, amplamente utilizada no setor de transportes. Se o sistema de frenagem na bicicleta começar a ser comercializado, os pesquisadores poderão passar para a próxima etapa: aviões, carros e trens. 

Em relação à segurança, o professor Hermanns garante: “Não dá para dizer que o método sem fio é infalível, porém, em nossos testes, o sistema mostrou ter 99,9% de confiabilidade”, afirmou em comunicado oficial. Galileu

Holanda cria ciclovias com faixas que 'acendem' e pistas aquecidas
Tecnologia pode tornar viagem de ciclistas mais segura.

Holanda cria ciclovias com faixas que 'acendem' e pistas aquecidas (Foto: BBC)

Companhias e projetistas da Holanda trabalham em projetos para criar ciclovias com faixas que brilham no escuro e pistas aquecidas. Assista ao vídeo.

O uso da bicicleta como meio de transporte já é popular no país.

Nos próximos 20 anos, o governo quer aumentar em 20% o uso deste meio de transporte no caminho entre casa e trabalho.

Para isso, equipes de designers estão trabalhando para criar ciclovias com novas tecnologias, o que pode garantir a viagem de bike independente do clima.

Uma das companhias usa uma tinta sensível à luz para ser usada na sinalização de solo, que acumula energia como uma bateria e faz as faixas brilharem no escuro.

Outra usa tubos de plástico abaixo do concreto, por onde passa a água aquecida do solo. Isto impede o acúmulo de gelo na pista.

Com o aumento do preço do petróleo, muitos países tentam popularizar transportes alternativos. Se a escolha for a bicicleta, as ciclovias precisam ser seguras e livres para o uso, mesmo durante o inverno europeu. G1

Israelense cria bicicleta de baixo custo 
feita de papelão
Após três anos de estudos e testes, o engenheiro israelense Izhar Gafni apresentou o resultado de uma ideia nada convencional: criar uma bicicleta resistente e comercializávelfeita de papelão. Se hoje as bikes são um dos símbolos da mobilidade urbana e de mais qualidade de vida nas cidades, o projeto também é interessante para pensarmos em quais matérias-primas são retiradas da natureza para sua fabricação (o tema também é abordado no post sobre bicicletas feitas de bambu).


O trabalho de transformar materiais diversos em coisas “úteis”, como diz o engenheiro, começou como um hobby nas horas vagas. Nos dois primeiros anos do Cardboard Bicycle Project, ele se dedicou a aprender as propriedades e o comportamento do material – esforço que deu origem a um modelo “forte, durável e barato”.

A partir do seu conhecimento em design customizado de bicicletas de fibra de carbono e sua experiência em linhas de produção, Gafni desenvolveu técnicas para dobrar, colar e revestir o papelão. “É basicamente como um origami japonês”, explica. Com a rigidez adquirida, a bicicleta pode aguentar até 220 quilos.

O veículo é resistente à água e umidade, já que leva uma camada de material impermeável por fora. Mesmo desacreditado por outros profissionais no início do projeto, Gafni defende que “nada é impossível se você tem paciência e é persistente”.

Um dos principais atrativos do invento está no preço. O custo de produção de uma bike fica entre 9 e 12 dólares, o que faz com que o produto seja bastante acessível. A ERB, empresa que agora gerencia o projeto, espera começar a fabricação em larga escala em 6 meses. Serão dois modelos: um urbano (com 9 kg e custo de 9 dólares) e um para jovens e crianças (com apenas 3,5kg, que sairá por 5 dólares), ambos feitos com material reciclado e com opção de motor elétrico.

No vídeo abaixo, Izhar Gafni explica como foi o processo de criação da bicicleta de papelão e mostra alguns testes e os primeiros protótipos. Está em inglês, mas já vale a pena pelas imagens.
 SUPER
02 08 12
Irlandeses seminus fazem protesto por mais segurança para ciclistas
Um grupo de amantes da bicicleta fez um protesto por mais segurança nas ruas de Cork (Irlanda). Seminus e com os corpos pintados, eles atravessaram vários pontos da cidade, chamando bastante atenção, segundo o "Irish Sun".

10 06 12
Espanha tem 'pedalada pelada'
Ciclonudistas tomaram as ruas centrais de Madri.
Eles pedem mais ciclovias e mais respeito aos ciclistas.

Ciclistas nus passeiam por Madri durante protesto neste sábado (9) (Foto: Paul Hanna/Reuters)

Ciclistas nus fizeram uma "pedalada pelada" neste sábado (9) pelas ruas centrais de Madri, capital da Espanha.

O objetivo era denunciar os riscos que os ciclistas correm no trânsito das cidades.

Os manifestantes pedem que as autoridades invistam em ciclovias e que os motoristas respeitem os ciclistas.
Ciclistas nus passeiam por Madri durante protesto neste sábado (9) (Foto: Paul Hanna/Reuters)
Ciclistas nus passeiam por Madri durante protesto neste sábado (9) (Foto: Paul Hanna/Reuters) 

Ciclistas nus passeiam por Madri durante protesto neste sábado (9) (Foto: Paul Hanna/Reuters)
Ciclistas nus passeiam por Madri durante protesto neste sábado (9) (Foto: Paul Hanna/Reuters)
04 05 12
Alunos do DF aguardam há 9 meses bicicletas de programa do governo
Governo promoveu evento de 'entrega simbólica' em agosto do ano passado.
Aluno diz que vai receber bicicletas sem ter passado por exames ou cursos.

Bicicletas do programa Caminho da Esccola armazendas sem uso em escola no Riacho Fundo, no Distrito Federal, desde o lançamento do projeto, em agosto do ano passado (Foto: Filipe Matoso/G1)
Nove meses após o lançamento do programa Caminhos da Escola, de cessão de bicicletas a estudantes da rede pública, alunos das duas escolas do Distrito Federal pioneiras do projeto ainda aguardam para receber o equipamento.

As bicicletas estão armazenadas em galpões das duas escolas no Recanto das Emas – os centros de Ensino Médio 804 e 111 – desde o lançamento do programa pelo então ministro da Educação, Fernando Haddad, e o governador Agnelo Queiroz, em 26 de agosto do ano passado.
Estudantes do Ensino Médio recebem bicicletas nesta sexta (26) para ir à escola no Recanto das Emas. (Foto: Foto: Mariana Zoccoli/G1) A Secretaria de Educação informou que a entrega seria feita já a partir desta quinta aos alunos das duas escolas. “Todos os alunos dessas duas escolas fizeram o curso de capacitação no Detran, porque a SEDF segue o princípio da educação isonômica”, informou em nota a secretaria. “A SEDF esclarece ainda que, no momento, o Programa atenderá 296 estudantes e que não há previsão de licitação para a compra de bicicletas”, diz outro trecho da nota.

O diretor do Centro de Ensino Médio 804, Jaílson Soares, disse no entanto que a distribuição das bicicletas deve começar apenas nesta sexta-feira (1º). Segundo ele, a liberação dependia de publicação de portaria no Diário Oficial, “para estipular as regras” da cessão – o que só ocorreu nesta quarta-feira (30). Saiba mais
19 05 12
Denatran estuda mudar resolução sobre bicicletas elétricas
Medida foi discutida em reunião em Brasília.
Detran diz que nova resolução deve ser publicada antes da Rio+20.

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) estuda a possibilidade de mudar a resolução sobre as bicicletas elétricas, que atualmente são proibidas pelo órgão. A medida foi discutida em uma reunião em Brasília, entre representantes do Denatran, da Secretaria municipal de Transportes do Rio e do Detran, nesta quarta-feira (16), segundo reportagem do RJTV.

"O Denatran já percebeu que nós precisamos olhar para essas bicicletas elétricas como favorável ao meio ambiente. Eles ficaram de estudar e resolver já inicialmente com as bicicletas até 1quilowatt, consideradas como seja apenas uma bicicleta e, assim sendo, não vão precisar ser registradas, não vai precisar ter habilitação. E certamente haverá algumas instruções para medidas de segurança, tais como andar na ciclovia até 20 km/h, alguma coisa nessa natureza", disse o presidente do Detran, Fernando Avelino.

O Denatran não quis comentar o assunto. G1
05 05 12
Trecho de ciclovia será inaugurado segunda-feira em Porto Alegre
Na Ipiranga, trecho liberado é localizado entre Érico Veríssimo e Azenha.
A ciclovia completa deve ser concluída até o final deste ano.

Trecho de ciclovia será inaugurado segunda-feira em Porto Alegre (Foto: Andrey Cidade/Divulgação PMPA)

A partir da manhã de segunda-feira (7), entra em funcionamento a ciclovia da avenida Ipiranga, trecho localizado entre as avenidas Érico Veríssimo e Azenha, em Porto Alegre. A inauguração ocorre às 10h e contará com a presença do prefeito José Fortunati e do diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, além de outras autoridades do município.

O trecho, de 416 metros, tem piso de asfalto, caracterizado na cor vermelha, sendo devidamente sinalizado. O guarda-corpo, colocado para uma maior segurança no deslocamento dos ciclistas, é de plástico reciclado, capaz de absorver o impacto em caso de queda. A obra, em toda a extensão da Av. Ipiranga, total de 9,4 km, entre a Edvaldo Pereira Paiva e a Antônio de Carvalho, deve estar concluída até o final deste ano, numa parceria público-privada.

Além da ciclovia da Ipiranga, estão sendo finalizados os seguintes trabalhos:
- Implantação da ciclofaixa da avenida Icaraí, bairro Cristal, com extensão de 1,7 km e largura de 1,5 m, entre a Wenceslau Escobar e Chuí. Inauguração prevista para o dia 10 maio.
- Ciclovia da Restinga, total de 4,6 km, na João Antônio da Silveira (3,5 km) e na Nilo Wulff (1,1 km). O pavimento é de asfalto, com 2,5 m de largura. O investimento da prefeitura na obra é de cerca de R$ 1 milhão. A inauguração deve acontecer no primeiro semestre deste ano. G1
23 04 12
Húngaros fazem 'bicicletaço' no Dia da Terra
Centenas de pessoas levantaram suas bicicletas ao final da volta.
Evento foi organizado em comemoração ao Dia da Terra.

Centenas de ciclistas seguram suas bicicletas em parque de Budapeste, no final do 'bicicletaço' crítico realizado pela cidade neste domingo (22), em homenagem ao Dia da Terra  (Foto: Laszlo Balogh/Reuters)

Centenas de ciclistas seguram suas bicicletas em parque de Budapeste, no final do 'bicicletaço' crítico realizado pela cidade neste domingo (22), em homenagem ao Dia da Terra (Foto: Laszlo Balogh/Reuters) G1
01 04 12
Ciclistas já pensam no segundo 
World Bike Tour do Rio
Organizadores dizem que mais de 6 mil pessoas participaram do evento.
Ao longo do percurso, outros ciclistas se juntaram ao grupo.
Paisagem encantou participantes do 1º World Bike Tour do Rio (Foto: Alba Valéria Mendonça/ G1)

Terminou pouco antes do meio-dia deste domingo (1º) o primeiro passeio ciclístico World Bike Tour (WBT) realizado no Rio de Janeiro. Na verdade, grande parte dos seis mil participantes do evento atravessou o pórtico do final do passeio, em frente ao Monumento dos Pracinhas, no Aterro do Flamengo, na Zona Sul da cidade, mas continuou aproveitando a tarde, que teve gostinho de "quero mais".

PMs foram os primeiros a cruzar a linha de chegada no Aterro do Flamengo (Foto: Alba Valéria Mendonça/ G1) Motivos os seis mil inscritos e mais os outros ciclistas que foram se somando ao passeio no caminho entre Copacabana, onde foi dada a largada, e o Aterro do Flamengo tinham de sobra para continuar pedalando. Com um belo domingo de sol, com termômetros marcando 31 graus, mas com uma leve brisa à beira-mar, foi difícil para a técnica de gestão ambiental Danielle Muinos, de 24 anos, acreditar que o passeio tinha chegado ao fim.

“Foi uma delícia o passeio. O Rio é a cidade ideal para a gente andar de bicicleta. Deveriam realizar outros eventos como esse em outros pontos da cidade", disse Danielle, que não vê a hora de participar da segunda edição do evento. O passeio foi uma promoção da Globo Rio.

Compositor Joãozinho Carioca ingressou no WBT no meio do caminho (Foto: Alba Valéria Mendonça/ G1) Empolgado também estava o secretário do Ambiente do Estado do Rio, Carlos Minc, que garantiu que iria voltar para Copacabana pedalando, depois de cruzar a linha final do passeio.

“No verão passado, a bicicleta, com a implantação do sistema de aluguel na orla, pegou como forma de lazer. Agora, com o WBT, vamos transformá-la num meio de transporte mais humano, não poluente e saudável. Vamos incentivar as empresas para que criem vestiários para que os funcionários adotem a bike para ir para o trabalho”, disse Minc.

Até quem não estava inscrito no evento, como o compositor Joãozinho Carioca, que mora no Centro do Rio, aproveitou para pedalar no WBT.

“Fiquei encantado com o grupo e entrei no meio deles quando entraram no Aterro do Flamengo. Foi um momento muito gostoso. Dá para repetir?”, perguntou o compositor.

Passeio ciclístico começou em Portugal
O passeio ciclístico, que já acontece em São Paulo e em Lisboa e no Porto, em Portugal, e Madri, na Espanha. O projeto começou em 2006, em Lisboa, com a travessia da Ponte Vasco da Gama, e vem crescendo a cada ano. De lá para cá, mais de 160 mil pessoas já participaram do passeio ciclístico. Para a edição do Rio de Janeiro, mais de 60 mil pessoas se inscreveram e os participantes foram escolhidos em sorteio eletrônico, pagaram uma taxa de R$ 200 de inscrição, e receberam em troca um kit com material esportivo e de segurança. Depois do passeio, ficam com a bicicleta, produzida exclusivamente para o evento.

Ciclistas se concentram no local da largada (Foto: Alba Valéria Mendonça/G1) No sábado (31), a versão infantil do World Bike Tour levou 600 meninos e meninos de comunidades pacificadas e de outros lugares do Rio de Janeiro ao Aterro do Flamengo. As crianças, de até 11 anos, percorerram entre 100 e 800 metros, de acordo com a idade. Deficientes também puderam participar, com bicicletas adaptadas.

O RJTV promoveu um concursooferecendo 50 vagas para quem queria participar do passeio. Os interessados mandaram um vídeo mostrando por que a bicicleta é a cara do Rio. O concurso recebeu 600 vídeos.
Clodoaldo Silva, atleta paraolímpico, se prepara para a largada. (Foto: Alba Valéria Mendonça/G1)
13 03 12
David Byrne: bicicleta é o futuro da mobilidade

O músico David Byrne, ex-vocalista da banda Talking Heads e autor de Diários de Bicicleta, usa a bike como meio de locomoção em Nova York, onde mora, e nas cidades que visita. Defensor da magrela em grandes centros urbanos, Byrne esteve em São Paulo para falar sobre a sua experiência, ao lado de especialistas em mobilidade, no Fórum Cidades, Bicicletas e o Futuro da Mobilidade, idealizado por ele mesmo.

Desde o começo dos anos 80, a bicicleta é o principal meio de transporte de David Byrne, músico, compositor e produtor musical que fundou a banda Talking Heads, nos anos 80. Mas não foi o exercício de pedalar que o levou à magrela. Era apenas uma forma mais fácil e rápida de ir aos lugares que queria em Nova York, cidade onde mora, como exposições de arte e, até, boates. Isso apesar de sofrer com a atitude de motoristas de automóveis, que não sabiam dividir as ruas com ciclistas. "Continuei pedalando, apesar do perigo e de toda a aura nem um pouco descolada, já que muito poucas pessoas andavam de bicicleta na época", comenta em seu livro Diários de Bicicleta(lançado no Brasil no ano passado pelo selo Amarilys, da Editora Manole), em que relata suas experiências sobre duas rodas em cidades como Istambul, Berlim, Buenos Aires, Sydney e outras norte-americanas. 

São Paulo, apesar de não estar no livro, também já foi ciclovia para o roqueiro. "Saí por aí com a bicicleta. Na Praça da Sé percebi muita vida nas ruas. Talvez o centro seja sujo, mas imagino que no futuro será um bom lugar para morar. A Vila Madalena também é uma região agradável, com muitas pessoas. Percebi que pedalar em ruas tranquilas é realmente agradável, mas nas maiores pode ser um problema", contou durante o Fórum Cidades, Bicicletas e o Futuro da Mobilidade, realizado ontem em São Paulo. O evento foi idealizado por ele mesmo e passará por outras cidades da América Latina, como Buenos Aires, San Santiago, Quito, Lima, Bogotá, Cidade do México e Guadalajara. "A América Latina é mais aberta a essas mudanças do que a América do Norte", comparou. 

Em sua exposição, Byrne apresentou exemplos de planejamento urbano que não permitem a convivência de sua população na rua. Mostrou uma foto panorâmica de um típico subúrbio americano, em que fica claro que não se pode ir a lugar nenhum sem o uso do automóvel. "Trata-se de uma existência isolada e insustentável", afirmou. O planejamento dessa cidade, que segundo Byrne pode ser Dallas ou Houston, vem de um imaginário de progresso caracterizado por enormes torres separadas entre vias expressas largas e extensas. Projetos urbanos considerados visionários, como os do famoso arquiteto francês Le Corbusier, no começo do século passado, são um exemplo disso. "A ideia se tornou verdade em muitas cidades como São Paulo, Los Angeles, Nova Orleans e outras dos Estados Unidos. Nelas as pessoas não têm contato umas com as outras, não há interação, lojas, música. E isso é um desperdício em centros urbanos", disse. 

Por outro lado, em algumas cidades italianas por onde pedalou, percebeu que o uso de carros não é dos mais convenientes. "Em uma cidade pequena de ruas estreitas é até difícil dirigir. A maioria das pessoas usa bike ou anda a pé", contou. Para Byrne, é antagônico o fato de grandes cidades priorizarem seu espaço público para os carros, enquanto as pessoas gostariam de frequentar suas ruas. Ele citou a grande aderência à bike em cidades como Amsterdam e Tokyo, além de programas de compartilhamento de bicicletas em Paris, Montreal e Londres 
13 03 12
Pedala, Brasil
Saiba o que tem sido feito para dar mais conforto e segurança àqueles que decidem cruzar as cidades de bicicleta

Se você é daqueles que quando ouvem falar em bicicleta como meio de transporte já tascam logo um “no Brasil é impossível”, aí vai uma informação que pode fazê-lo rever sua opinião: a bicicleta é o veículo individual mais usado no país. A conta é fácil: a magrela é o meio de transporte próprio mais popular nos pequenos centros urbanos (municípios com menos de 50 mil habitantes), que representam mais de 90% das cidades brasileiras. E, pasme, o maior uso da bike é para ir ao trabalho – e, depois, à escola. Quer desfazer mais um mito? A bicicleta pode ser mais rápida que o carro. Num engarrafamento na capital paulista, por exemplo, os automóveis andam de 5 a 8 quilômetros por hora, enquanto a bike chega a 15. Não seria esse um bom motivo para você aposentar o carro? Descubra o que tem sido feito para que cada vez mais brasileiros saiam de casa pedalando.
Pedala Brasil 
Em 1973, quando o mundo se assombrou diante da primeira grande crise do petróleo, jornais da Holanda e Dinamarca publicaram fotos de seus respectivos reis andando de bicicleta, sob as manchetes: “Temos uma boa alternativa de transporte”. O Brasil demorou “um pouquinho mais” a se manifestar. E, diferentemente da Europa, onde os governos criaram espontaneamente espaços para ciclistas, tivemos que seguir um caminho mais parecido com o de São Francisco, nos Estados Unidos, onde foi preciso botar a boca no trombone para as coisas começarem a acontecer. Por aqui, tem-se aliado o cicloativismo – ações de pessoas comuns em prol do uso da bicicleta – ao diálogo com as autoridades. O importante, dizem os ativistas, é que essas duas partes são parceiras.

MÃOS À OBRA 

Em 2004, o Ministério das Cidades lançou o Programa Brasileiro de Mobilidade por Bicicleta, uma “bússola” para municípios que pretendem ampliar o uso desse meio de transporte. “Saímos de 99 para 276 municípios com algum tipo de via para bicicleta e saltamos de pouco mais de 600 para 2505 quilômetros de ciclovias, de 2003 para cá”, diz o diretor de Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Renato Boareto. Comparado à Europa, é pouco, claro. A Holanda tem um quinto do território de Santa Catarina e 14 vezes mais infra-estrutura nesse campo que o Brasil. “Mas o mais importante é o número de cidades no Brasil que têm projetos”, diz Renato.

Recentemente, o governo do Rio de Janeiro lançou o programa “Rio – O Estado da Bicicleta”. “Começamos com um levantamento nos 92 municípios e estamos desenvolvendo projetos nos sete primeiros. Em Tanguá, onde a bicicleta responde por 40% dos deslocamentos diários, planejamos quase 20 quilômetros de malha cicloviária”, diz o coordenador do programa, Leonardo Carvalho.

Enquanto isso, a prefeitura do Rio de Janeiro trabalha para colocar na rua as bicicletas de aluguel – em que o usuário retira a bike em uma estação e deixa em outra, com a primeira meia hora de uso gratuita –, nos moldes de Paris e Barcelona. “Nesta primeira fase, serão 50 estações em oito bairros, com dez a 20 bicicletas em cada. Imagino que até o fi m do ano já tenhamos 20 estações funcionando”, diz Sérgio Bello Franco, diretor de projetos especiais do Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos.

As bikes públicas do Rio só não serão as primeiras do país se São Paulo sair na frente.
13 03 12
Simplifique sua vida!
Faz bem pra saúde, para o trânsito e para o meio ambiente

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Vento no corpo, mãos firmes segurando o guidão, aquele frio na barriga. A gente lembra como se fosse ontem a primeira vez que saiu pedalando sem a ajuda das rodinhas ou de alguém. A bicicleta bamboleando até firmar, alegria escancarada no rosto. Sensação de liberdade. Pois esta edição é todinha dedicada a ela: a bicicleta. Em tempos de aquecimento global, finalmente ela cresceu e apareceu. Mais que um veículo de lazer, brincadeira de criança, a bicicleta pode nos ajudar a viver em cidades mais despoluídas, sem engarrafamentos e, sobretudo, agradáveis.

Enquanto cada vez mais pessoas passam até horas presas em seus automóveis, não falta governo, organização civil ou cidadão para levantar a bandeira: bicicleta é meio de transporte. E o Brasil já entrou nesse coro. Temos um montão de projetos por aqui para dar mais conforto e segurança a quem quer se deslocar de magrela pelas cidades, como mostra a reportagem Pedala, Brasil. Muito disso graças àquelas pessoas que botaram a boca no trombone, inventaram slogan, fizeram rima e, com muita irreverência e bom humor, mostraram que a bicicleta pode ser ouro no futuro das cidades. São os cicloativistas, que você vai conhecer na matéria Os pioneiros.

E para que essa história não fique só na mão dos governos ou dos revolucionários, nesta edição especial de VIDA SIMPLES tentamos responder aos principais anseios e dúvidas de pessoas comuns, como nós e você, e dar as dicas essenciais para quem quer começar a ser um ciclista urbano – ou até um cicloturista. Vá de bike, simplifique sua vida!
11 03 12
Planeta em duas rodas
O sucesso das e-bikes, dotadas de motor elétrico, mostra que o mundo redescobriu a bicicleta como meio de transporte
A indústria automobilística não se cansa de repetir que os carros elétricos têm um lugar garantido no futuro da frota mundial de veículos. Até hoje, porém, os carros movidos a bateria são, na maioria, apenas protótipos. Já as bicicletas elétricas, que começaram a ser produzidas em série há uma década, se transformaram em uma alternativa realista de transporte de massa. Elas são dotadas de um pequeno motor movido a bateria de íons de lítio, semelhante à dos celulares, ou de chumbo, aparentada com a dos automóveis. Ambas as baterias podem ser carregadas em tomadas domésticas, por períodos que vão de duas a seis horas. As e-bikes, como são chamadas nos Estados Unidos, destinam-se a reduzir o esforço físico do ciclista nas ladeiras. Evidentemente, têm também a vantagem de não poluir o ar como as motocicletas e as antigas motonetas. Nos Estados Unidos, em 2007, foram vendidas 120.000 bicicletas elétricas. Neste ano, calcula-se que as vendas cheguem a 170 000 unidades. Na Europa, o crescimento na venda de e-bikes entre 2006 e 2007 foi de 20%. Nada que se compare à China, onde 16 milhões de bicicletas elétricas foram vendidas neste ano. Mas os chineses, como se sabe, são tradicionalmente movidos a duas rodas. 

O aumento na venda de e-bikes reflete não apenas o êxito de uma tecnologia, mas uma tendência mundial de retomar a bicicleta como meio de transporte. O aumento contínuo no preço do petróleo nos últimos anos, a preocupação com a mudança climática e a necessidade de evitar o trânsito caótico das grandes cidades fazem da bicicleta uma opção freqüente para quem precisa ir de casa para o trabalho ou quer passear nos fins de semana. De quebra, pedalar faz bem à saúde. "A bicicleta deixou de ser usada apenas para o lazer e se transformou num meio de transporte eficiente e ambientalmente responsável", disse a VEJA o americano Bill Fields, consultor especializado na indústria de bicicletas. 

Nos últimos oito anos, a produção mundial de bicicletas cresceu 50% – passou de 90 milhões para 135 milhões de unidades. No ano passado, foram produzidos 45 milhões de automóveis. O melhor exemplo do prestígio em alta da bicicleta é que, no mundo todo, grandes cidades estão sendo adaptadas para oferecer infra-estrutura adequada a esse meio de transporte. Isso inclui a construção de ciclovias, a reformulação de sinalizações e a criação de sistemas de aluguel de bicicletas a baixo custo. Um dos mais famosos é o Vélib, criado pela prefeitura de Paris no ano passado. As bicicletas são oferecidas em 1 450 pontos da capital francesa. O ciclista paga 1 euro pela primeira meia hora e depois o valor aumenta. Estima-se que 20.600 bicicletas circulem diariamente por quase 400 quilômetros de ciclovias disponíveis em Paris. 

A prefeitura de Barcelona, na Espanha, inaugurou no ano passado um serviço de aluguel de bicicletas que ocupa 400 pontos distribuídos pela cidade. O sistema permite que o ciclista cheque pela internet, em tempo real, se há bicicletas disponíveis no ponto mais próximo. O mais moderno sistema de aluguel de bicicletas será inaugurado em 2009 em Montreal, no Canadá. As máquinas usadas para comprar os bilhetes para o aluguel são abastecidas com energia solar. As bicicletas, feitas com estrutura de alumínio resistente, são dotadas de freios internos dianteiros e traseiros, protetores no guidão e na correia e um mecanismo que propicia maior estabilidade ao ciclista. A revista Time acaba de escolher o sistema de aluguel de bicicletas de Montreal como uma das cinqüenta melhores inovações de 2008. 

São Paulo acaba de inaugurar seu sistema de aluguel de bicicletas. São oitenta delas, distribuídas em oito estações do metrô.
   
11 03 12
Multas de trânsito podem financiar ciclovias

Um dos maiores inimigos dos ciclistas, o veículo motorizado, está prestes a se tornar o responsável pela popularização das bicicletas no Brasil. Isso porque está tramitando no Congresso brasileiro um PL – Projeto de Lei que prevê a destinação de parte do valor arrecadado, mensalmente, com as multas de trânsito para a realização de ações que incentivem o uso das bikes nas cidades. Que tal?

Se aprovado, o PL 6474/09, de autoria do deputado Jaime Martins, virará Lei e obrigará as prefeituras das cidades com mais de 20 mil habitantes a utilizar 15% do montante arrecadado com as multas de trânsito para iniciativas pró-bikes, como:
– a construção de ciclovias e ciclofaixas;
– a instalação de bicicletários em espaços públicos;
– a integração das bikes ao sistema de transporte coletivo e
– a realização de campanhas educativas sobre os benefícios do uso da bicicleta. 

A iniciativa receberá o nome de PBB – Projeto Bicicleta Brasil e a fiscalização do cumprimento da Lei ficará por conta da Secretaria Nacional de Transporte e Mobilidade Urbana, do Ministério das Cidades. Além das multas de trânsito, o projeto também poderá receber incentivo financeiro de organizações nacionais e internacionais e pessoas físicas e jurídicas interessadas em contribuir com a causa.

O PL já foi aprovado pelas Comissões de Viação e Transportes e de Desenvolvimento Urbano e, agora, seguirá para análise das Comissões de Finanças e Tributações eConstituição, Justiça e Cidadania, para depois ser aprovado pela presidente Dilma Rousseff.E aí, você vai torcer para essa ideia virar Lei? 

Imagem: Claudio Teixeira


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