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Portal de pesquisa jornalistica dos principais sites e blogs do planeta - Veículo de comunicação da ONG CAPP - Ano: VIII- 2015 - Editor Geral: Fred William



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ESTAMOS DE VOLTA
TERÇA FEIRA - 24 - 06 - 2015
MORRE EM DESASTRE DE AUTOMÓVEL O CANTOR 
CRISTIANO ARAÚJO






PF interceptou carta. Advogado diz que interpretação da polícia foi 'maliciosa'. 

Executivo foi preso sexta na Lava Jato.


Bilhete de Marcelo Odebrecht fala  em 'destruir e-mail' (Bilhete de Marcelo Odebrecht fala  em 'destruir e-mail' (Reprodução))

Marcelo Odebrecht escreveu um bilhete para os advogados em que consta a frase "destruir e-mail sondas". O presidente da Odebrecht está preso preventivamente na carceragem da Polícia Federal (PF), em Curitiba, desde o dia 19 de junho. O bilhete foi entregue a agentes para que, então, chegasse aos advogados do suspeito de envolvimento em crimes investigados na Operação Lava Jato.



Papa admite a necessidade da separação do casal 

em alguns casos


Francisco disse que principal caso para separação é violência doméstica.
Igreja mantém debates sobre como encarar as famílias contemporâneas.


Papa admite a necessidade da separação do casal em alguns casos (Foto: Filippo Monteforte/AFP)

Francisco reconheceu nesta quarta-feira (24) que a separação do casal em alguns casos é inevitável e até "moralmente necessária", principalmente quando reina a violência no lar, em uma clara mensagem de abertura ante os desafios da família moderna.



JUSTIÇA ELEITORAL É CONTRA O VOTO IMPRESSO 
POR QUESTÕES TÉCNICAS


QUINTA FEIRA - 18 - 06 - 2015
 
Manifestação contra a homofobia na 19ª Parada do Orgulho LGBT na Avenida Paulista, neste domingo (7)

Nos últimos dias a polêmica sobre o uso de símbolos religiosos para expressar críticas ampliou-se, exageradamente, em uma onda conservadora.
 
Tudo começou com a marcha LGBT em São Paulo, no último domingo (7), quando uma linda e jovem mulher  artista e transexual se apresentou como Cristo na cruz com seu corpo escultural manchado de sangue e os cabelos compridos e encaracolados protegendo de leve os seios. Um cristo mulher, um cristo representando o sofrimento e o protesto contra a homofobia.
 
A imagem é forte e não foi a primeira vez que apareceu em um movimento LGBT.
Em 2013, na “Marcha das Vadias” no Rio de Janeiro, em pleno evento da Jornada Mundial da Juventude, algumas jovens nuas colocaram uma imagem de Cristo crucificado como um tapa-sexo.
 
O viral foi marcado por uma discussão no mínimo pouco saudável e muito pouco democrática. Mas o uso de símbolos religiosos no Brasil para expressar crítica não começou aí.

31 de março de 1989 – Joãosinho causou polêmica com uma imagem do Cristo Redentor vestido de mendigo na Beija-Flor; a escola foi vice-campeã naquele ano

Lembro o evento carioca que foi um clássico: Joãosinho Trinta, carnavalesco da Beija-Flor de Nilópolis, fez, em 1989, um dos mais polêmicos carnavais do Rio com o enredo “Ratos e urubus larguem a minha fantasia”, homenageando os mendigos e falando sobre a reciclagem do lixo. A briga que comprou foi com a Arquidiocese do Rio quando apresentou o carro alegórico com o Cristo Redentor estilizado como mendigo. A Igreja Católica exerceu seu poder e proibiu a alegoria. Joãosinho deu a resposta e decidiu desfilar assim mesmo, cobrindo o Cristo com um plástico preto e com os dizeres: “Mesmo proibido, olhai por nós”.
 
Não havia internet, muito menos redes sociais. A genialidade do grande Joãosinho, com suas frases inesquecíveis como “O povo gosta de luxo, quem gosta de miséria é intelectual”, desafiou o poder eclesiástico e a emenda saiu melhor do que o soneto porque o povo delirou com aquele ato rebelde e ao mesmo tempo obediente.

Hoje, talvez, o resultado fosse outro.

Capa do disco 'Eu não sou santo', de Bezerra da Silva

Lembrei-me de muitos exemplos mas vou citar apenas alguns, bastante significativos para mim. Um ano depois do famoso carnaval de Joãosinho, em 1990, Bezerra da Silva lançou o disco, “Não sou santo” cuja capa exibia o próprio Bezerra vestido de blusa listada, com dois revólveres na cintura e outros dois nas mãos, como um malandro crucificado, tendo ao fundo uma favela. A música título é daquelas geniais do grande compositor a ilustração gerou enorme discussão.

 
Também é inesquecível a sequência extraordinária do filme “Gordos e Magros” de 1976, do grande Mario Carneiro, na qual Wilson Gray, como Cristo carregando a cruz, termina no alto do morro bebendo uma cachacinha. 

“Não fui representar Jesus”, diz ao DCM a travesti 

que enlouqueceu Feliciano na Parada Gay

Viviany, quando não é crucificada


“Alô”, ela respondeu. Pedi para falar com Viviany e notei o medo num instante de silêncio antes de responder que era ela. Me apresentei. Um alívio parecia tomá-la.

Viviany Beleboni, 26 anos, é uma travesti e faz questão de ser identificada assim. Usou esta palavra algumas vezes durante a conversa que tivemos por telefone.

Foi ela quem fez, presa numa cruz, uma performance na parada LGBT de São Paulo no último domingo, 7 de julho.

“Foi um protesto. Fui representar as travestis que são crucificadas todos os dias. Não fui representar Jesus Cristo”.

Viviany conta que optou pela performance por conta do aumento dos crimes contra travestis e transexuais no último ano. “Uma amiga minha levou 4 tiros há poucos dias”.

Criação própria, a performance chocou alguns religiosos mais afoitos. O deputado-pastor Marco Feliciano chegou a falar em “cristofobia” nas redes sociais.

Feliciano não compreende reciprocidade e não entende que quem quer respeito tem que respeitar. Ele acha normal dizer que o homossexualidade é doença, mas acha inadmissível que alguém faça uma performance usando uma cruz.

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Direção, Programação Musical e Visual: Fred William


Um trio especial na homenagem a Bethânia, nesta quarta, no Prêmio da Música Brasileira



 Preparativos: Chico César canta com Antunes e Adriana no ensaio para o Prêmio da Música Brasileira, que acontece hoje Foto: Divulgação/Roberto Filho


RIO - Sentado num sofá num estúdio no Cosme Velho, num dos ensaios para o Prêmio da Música Brasileira, cuja cerimônia acontece hoje, às 21h, no Teatro Municipal, Chico César mostra a tala no antebraço esquerdo, resultado de uma fratura acontecida há duas semanas.

— Caí de bicicleta e quebrei o antebraço. E o mais irônico foi que derrapei em cima de uma chapa de raio X que estava jogada na rua — conta ele, que mesmo assim vai se apresentar na 26ª edição do prêmio, que homenageia Maria Bethânia, ao lado de Adriana Calcanhoto e Arnaldo Antunes. — Vou interpretar “Estado de poesia”, que Bethânia gravou em 2012,. Acho que a letra dessa música diz muito sobre ela, que ilumina a música brasileira há tanto tempo.

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Vida de Dilma Rousseff vai virar filme



Dilma Rousseff na China

Brasília - O produtor Antônio de Assis planeja levar ao cinema a vida da presidente Dilma Rousseff, a primeira mulher a ocupar o cargo no país, segundo informou nesta segunda-feira o jornal "Folha de S. Paulo".

O roteiro será baseado no livro "A Primeira Presidenta", escrito pelo jornalista Helder Caldeira e cujos direitos foram comprados por Antônio de Assis, que ainda não decidiu quem será o diretor.

O projeto é similar ao que levou às telas parte da vida do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no filme "Lula, o Filho do Brasil", dirigido por Fábio Barreto.

"Queremos explicar como uma mulher que foi torturada há 40 anos pela ditadura era a mesma mulher que estava na TV passando as tropas em revista como comandante-em-chefe" das Forças Armadas, indicou Caldeira.

Caldeira declarou que seu livro não é tecnicamente uma biografia de Dilma, mas a vida da presidente serve como fio condutor para um relato analítico sobre a ditadura e seu impacto na sociedade brasileira.

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CNJ aprova cotas para negros no Judiciário


CNJ

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou na terça-feira 9, uma resolução queRESERVA ao menos 20% das vagas no Judiciário para candidatos negros. A decisão histórica aconteceu no dia em que a Lei de Cotas, que institui cota de 20% das vagas em concursos públicos da administração federal para candidatos negros ou pardos, completa um ano. 

Com a aprovação da medida, o Judiciário se torna mais "plural e diverso", segundo as palavras do relator da proposta, o conselheiro Paulo Teixeira. Além disso, o CNJ decidiu que cada tribunal terá autonomia para aumentarA RESERVAde vagas ou para criar políticas afirmativascomplementares de acordo com as peculiaridades regionais. 

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